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15º FESTCURTASBH, DA FUNDAÇÃO CLÓVIS SALGADO, TEM RECORDE DE INSCRIÇÕES

Por Curta o Curta em 05/08/2013 15:28


Fotos em alta resolução disponíveis em www.arvoredecomunicacao.com.br/imprensa Belo Horizonte, agosto de 2013 –  A Fundação Clóvis Salgado – FCS anunciou nesta segunda, 5 de agosto, a lista dos filmes selecionados para o Festival Internacional de Curtas de Belo Horizonte de 2013 (www.festcurtasbh.com.br).  Ao todo, foram  2.940 inscrições, sendo 2.457 filmes internacionais e 483 brasileiros. Os filmes inscritos são originários de 100 países, incluindo o Brasil, e de 22 estados, mais o Distrito Federal. Esta é uma iniciativa do Governo de Minas, por meio da Secretaria de Estado de Cultura e Fundação Clóvis Salgado.

Para a 15ª edição do FestCurtasBH, foram aceitos curtas-metragens finalizados em 2012 e 2013 com até 40 minutos de duração, de todos os gêneros – exceto filmes publicitários ou institucionais, finalizados em película 35mm, 16mm ou em qualquer formato digital. 

Pela primeira vez, o edital previu a submissão online de trabalhos, o que impactou diretamente no recorde de inscrições, sobretudo trabalhos oriundos de outros países. 

O FestCurtasBH ainda mantém seu propósito de difundir a produção de curtasmetragens, contribuir para a reflexão sobre os filmes apresentados e incentivar o intercâmbio entre a produção brasileira e internacional. O evento mineiro é considerado um dos mais importantes do calendário audiovisual brasileiro em cinema de curtametragem. Segundo a Secretária de Estado de Cultura, Eliane Parreiras, “a 15ª edição do FestcurtasBH reforça o compromisso do Governo com o fomento à produção audiovisual e, também, com a permanente inclusão de Minas Gerais na rota da produção internacional”.

Para a Presidente da Fundação Clóvis Salgado, Solanda Steckelberg, o Festival de Curtas de Belo Horizonte está consolidado no calendário oficial brasileiro e internacional de cinema, por movimentar a cadeia criativa e produtiva do setor. “Assim como o FestCurtasBH está conectado com vários países em todo o mundo, movimentando o mercado internacional, ele também valoriza a produção local, por meio da Mostra Competitiva Minas, revelando os novos talentos do audiovisual mineiro”, ressalta a presidente da FCS.

A comissão de seleção foi formada pelos especialistas João Toledo, Marcelo Miranda, Ana Carvalho e Clarisse Alvarenga (Mostra Brasileira) e Úrsula Rosële, Carla Italiano, Luiz Pretti, Ewerton Belico, Vitor Guimarães e Leonardo Amaral (Mostra Internacional), sob a supervisão de Ana Siqueira, coordenadora de programação do FestCurtasBH. 

Foram selecionadas produções da Paraíba, Rio Grande do Sul, São Paulo, Rio de Janeiro, Pernambuco, Paraná, Bahia, Ceará, Maranhão, Mato Grosso e de Santa Catarina. No caso dos filmes internacionais, o Festival exibirá trabalhos do Líbano, Holanda, França, Espanha, Estados Unidos, Finlândia, Portugal, Suíça, Argentina, Polônia, Alemanha, Grécia, Austrália, Bélgica, Polônia, Bulgária, Sérvia, Suécia, Letônia, Coréia do Sul, Romênia, Etiópia e da Eslováquia. 

Diversidade de repertórios – Entre os dias 20 e 29 de setembro, serão exibidas 130 produções –  52 curtas nacionais e 78 internacionais –, no Cine Humberto Mauro e na Sala Juvenal Dias, em sessões gratuitas, além de mostras especiais concebidas por curadores convidados. A diversidade de perfis e de repertórios dos filmes selecionados pode ser percebida pelas grades competitivas: a brasileira contará com 24 curtas, a Internacional com 26 produções, enquanto a Competitiva Minas terá disputa entre 12 títulos. O melhor filme da cada uma destas categorias receberá prêmio em dinheiro, cujo valor será definido pela organização do Festival.

São temáticas globais, que variam desde questões de cultura local à crise econômica mundial. O recorte da produção contemporânea mundial traz países com forte tradição cinematográfica, como França e Estado Unidos, e outros com inserção recente na produção de audiovisual, a exemplo da Letônia e Coreia do Sul. O contraponto se aplica também ao Brasil, com a seleção de filmes de Minas Gerais, Rio de Janeiro e São Paulo e de produções de estados com menos tradição em cinema, como Mato Grosso e Maranhão. A diversidade de origem e a heterogeneidade de gêneros possibilitaram um recorte significativo do panorama mundial do formato.

Para o Gerente de Cinema da Fundação Clóvis Salgado e coordenador geral do FestCurtasBH, Rafael Ciccarini, manter um festival com personalidade não é fácil, é preciso considerar a coerência, sem rótulos. “A questão é como o filme comunica, impacta e impressiona o espectador. Por isso, o Festival foca na experiência do público”, diz Ciccarini.  

Além das mostras competitivas, o FestCurtasBH contará com as Mostras Juvenil, Infantil, Maldita e de Animação, com filmes brasileiros e internacionais, e da Mostra Movimentos de Mundo, exclusivamente de filmes internacionais. “Houve um desejo geral de criar uma seleção mais enxuta, o que valoriza ainda mais os filmes selecionados”, argumenta Ana Siqueira, coordenadora de programação do FestCurtasBH. 

Exibições em 3D e 4K –  Pela primeira vez, o FestCurtasBH exibirá filmes em 3D e 4K, graças às melhorias de infraestrutura realizadas no mais antigo cinema de Belo Horizonte. Contrariando a tendência de extinção dos cinemas de repertório, que acontece nas principais metrópoles brasileiras, o Governo de Minas investiu em tecnologia e transformou o Cine Humberto Mauro em referência no circuito exibidor de Belo Horizonte. As reformas tiveram início em 2012, com a atualização do sistema de som analógico para o  dolby digital e a substituição do revestimento acústico. Em julho de 2013, a sala fechou suas portas para mudanças complementares e expressivas: remoção e substituição das cadeiras e do piso, ampliação da cabine de projeção e troca de tela. 

Respondendo ao processo de digitalização dos cinemas nos principais centros culturais do mundo, foi implantado um sistema de projeção que permite a exibição de filmes em formato digital DCP (Digital Cinema Package). Essa reforma atende a demanda da DCI (Digital Cinema Initiatives) – empresa independente formada por sete grandes estúdios americanos, dentre eles Warner Bros, Sony Pictures e Universal Studios -, para que o resultado final de projeção esteja em alto padrão de qualidade. Após a implantação desse sistema, o Cine Humberto Mauro poderá exibir filmes em 4k (quatro mil linhas de resolução), e em 3D, inscritos no Festival, além de produções recentes de importantes diretores contemporâneos que estão finalizando seus filmes em DCP, além das obras mais importantes da história do cinema, que estão sendo adaptadas para o novo sistema. 

Cine Humberto Mauro – Reconhecido em Minas Gerais pelo seu enfoque em cinema de repertório, o Cine Humberto Mauro, desde 1978, é um reduto de críticos, professores, estudantes, diretores e amantes da arte cinematográfica em geral, sendo referência para a formação e reflexão sobre o tema.

O Cine Humberto Mauro possui trajetória significativa destinada à formação de público: desde sua criação, promove permanentemente mostras temáticas, retrospectivas de cineastas, festivais e lançamentos de filmes, bem como cursos, conferências, debates, palestras, além de seminários relacionados à produção cinematográfica mundial.

O espaço conta, também, com projetos que visam à formação de público (História Permanente do Cinema e  Estéticas do Contemporâneo) e o Festival Internacional de Curtas de Belo Horizonte que, em 2013, chegou à sua 15ª edição.

A programação do Cinema também compreende atividades realizadas em parceria, algumas delas já frequentes, como o projeto Curta Circuito (semanal) e as mostras e festivais Indie, Forumdoc – Festival do Filme Documentário e Etnográfico, MostraCine BH, Imagem dos Povos, ARTE.Mov, MOVIDA, MUMIA – Mostra Udigrudi Mundial de Animação e Mostra Cinema e Direitos Humanos. O Cine Humberto Mauro funciona todos os dias da semana com três sessões diárias e oferece entrada gratuita na maior parte de sua programação.

LISTA DOS CURTAS SELECIONADOS:

MOSTRA COMPETITIVA BRASIL 

A Anti-performance, de Daniel Lisboa, Brasil/BA

A Onda Traz, o Vento Leva, de Gabriel Mascaro, Brasil/PE

A que Deve a Honra da Ilustre Visita Este Marquês?, de Rafael Urban e Terence Keller, Brasil/PR

A Queima, de Diego Benevides, Brasil/PB

Álbum, de Igor Câmara, Brasil/CE

Animador, de Fernanda Chicolet e Cainan Bladez, Brasil/SP

Bebete e Daniboy, de Ruy Veridiano, Brasil/SP

Lição de Esqui, de Leonardo Mouramateus, Brasil/CE

Master Blaster- Uma Aventura de Hans Lucas na Nebulosa 2907N, de Raul Arthuso, Brasil/SP

Nascemos Hoje, Quando o Céu Estava Carregado de Ferro e Veneno, de Marco Dutra e Juliana Rojas, Brasil/SP

Noite, de Bruno Andrade, Brasil/SC

O Inverno de Zeljka, de Gustavo Beck, Brasil/RJ

O Membro Decaído, de Lucas Sá, Brasil/MA

Pátio, de Alysson Muritiba, Brasil/PR

Pouco Mais de Um Mês, de André Novais de Oliveira, Brasil/MG

Reconciliados, de Pedro Faissol, Brasil/RJ

Sanã, de Marcos Pimentel, Brasil/MG

Serra do Mar, de Iris Junges, Brasil/SP

Sexta Série, de Cecília Da Fonte, Brasil/PE

Sobrado, de Eduardo Consonni e Rodrigues T. Marques, Brasil/SP

Sue – Turbulenta Aberração, de Camilo Soares e Zizo Lima, Brasil/PE

Terno, de Gabriela Amaral e Luana Demange, Brasil/SP

Tremor, de Ricardo Alves Jr, Brasil/MG

Vende-se Pequi, de André Lopes e João Paulo Kayoli, Brasil/MT

MOSTRA COMPETITIVA MINAS

Alfaiates de Belo Horizonte, de Silvia Batista Godinho e Ana Luisa Santos, Brasil/MG

Aquele Cara, de Dellani Lima, Brasil/MG

Carga Viva, de Débora de Oliveira, Brasil/MG

D’Ouro, de Joana Oliveira, Brasil/MG

Florais Sintéticos, de Dayane de Souza Gomes, Brasil/MG

Macacos Me Mordam, de Sávio Leite, Brasil/MG

Microsieverts, de Rodrigo Carneiro, Brasil/MG

O Curta dos Festivais, de Leo Pyrata, Brasil/MG

Salamaqats, de Andrés Schaffer, Brasil/MG

Urbe, de Rafael Borges, Brasil/MG

MOSTRA COMPETITIVA INTERNACIONAL

A Story for the Modlins, de Sergio Oksman, Espanha

Betoniera, de Liviu Sandulescu, Romênia

Choir Tour, de Edmunds Jansons, Letônia

El Ruido de las Estrellas, de Eduardo Williams, Argentina

Gambozinos, de João Nicolau, Portugal

Ich Habe Getraumt, Dass, de Bastian Gasho, Alemanha

Jurnal #2, de Adina Pintilie, Romênia

L’italie, de Arnold Pasquier, França

La Madre, de Jean-Marie Straub, Alemanha

La Mujer Perseguida, de Jerónimo Quevedo, Argentina

Les Brigands, de Antoine Giorgini, França

Lintu Toiselta Taivaalta, de Katja Lautamatti, Finlândia

O Que Arde Cura, de João Rui Guerra da Mata, Portugal

Os Vivos Também Choram, de Basil Da Cunha, Suíça

Petit Matin, de Christophe Loizillon, França

Prisons, de Clarisse Hahn, França

Que Je Tombe Tout leTemps?, de Eduardo Williams, França

Rhinoceros, de Kevin Jerome Everson, Estados Unidos

Saudade, de Jean-Claude Rousseu, França

Septembre, de Salomé Richard, Bélgica

Soles de Primavera, de Stefan Ivancic, Sérvia

Sound of Silence, de Frida Kempff, Suécia

Tabatô, de João Viana, Portugal

The Name Is Not the Thing Named, de Deborah Stratman, Estados Unidos

Todavia Trabajando, de Esteban Aegüello, Argentina

White Pig, de Kyung-mo Yang, Coreia do Sul

MOVIMENTOS DE MUNDO

A Comunidade, de Salomé Lamas, Portugal

About Ndugu, de Davis Munoz, Espanha

American Capitalism, a Self-Portait, de Thibault Le Texier, França

Eskiper, de Pedro Collantes, Espanha

Gerilla, de Clarisse Hahn, França

L’îledes Étrangers, de JinWoo Lee, França

Maik, de Aline Fischer, Alemanha

PartyIsland, de Neïl Beloufa, França

Rail Blues, de Javier Barbero, Espanha

Rakastan Sinua Kyyneliin, de Jari Kokko, Finlândia

Space In Between, de Noelia Nicolas, Holanda

This Place Does Not Exist, de Nour Ouyda, Líbano

Village Silenced, de Deborah Stratman, Estados Unidos

JUVENTUDE

A Descoberta, de Ernesto Molinero, Brasil/BA

Algumas Mortes, de Lucas Camargo de Barros, Brasil/SP

Alguns Dias Antes e Outros Depois, de Nicolas Thomé Zetune, Brasil/SP

As Ondas, de Miguel Fonseca, Portugal

Auf Das SchöneLeben!, de Marlene Blumert, Alemanha

Blurry Eyes, de Daniel Semanas, Brasil/SP

Capitán, de Vinicius Ferreira, Brasil/PR

Crazy Dennis Tiger, de Jan Soldat, Alemanha

Culebra Jr, de Daniela Delgado, Argentina

Entrecampos, de João Rosas, Portugal

Fui à Capadócia e Lembrei de Você, de Larissa Figueiredo, Brasil/SP

O Melhor Amigo, de Allan Deberton, Brasil/CE

Palim Palim, de Marina Klausere Pia Hellenthal, Suíça

Quinha, de Caroline Oliveira, Brasil/PE

Stolz Des Ostens, de Christoph Wermke, Alemanha

Taglia Corto!, de Filippo Demarchi, Suíça

Torres, de André Guiomar, Portugal

Toucher L’Horizon, de Emma Benestan, França

Schub, de Moritz Kramer, Alemanha

Ufo w Piekarach, de Konrad Aksinowicz, Polônia

INFANTIL

Apocalipse de Verão, de Carolina Durão, Brasil/RJ

Beast, de Constatinos Chaidalis, Grécia

Beerbug, de Ander Mendia, Espanha

Bigeety, de Maurice Huvelin, França

Cabeça de Papelão, de Quiá Rodrigues, Brasil/RJ

Kali, O Pequeno Vampiro, de Regina Pessoa, Portugal

Mbya Mirim, de Ariel Duarte Ortega e Patricia Ferreira, Brasil/PE

Monster Box, de Ludovic Gavillet, França

Nuestra Arma Es Nuestra Lengua, de Cristián Cartier, Argentina

O Menino Peixe, de Eva Randolph, Brasil/RJ

Origami, de Hugo Bailly Desmarchelier, Eric de Melo Bueno, Michael Moreno, Joanne 

Smithies, Camille Turon, França

Os Irmãos Mai, de Thais Fujinaga, Brasil/SP

Paulina Sin il Culm, de Carla Hitz, Suíça

Pety Pode Tudo, de Anahi Borges, Brasil/SP

Sleight of Hand, de Michael Cusack, Austrália

Strange Wonderful, de  Stephanie Swart, Estados Unidos

Us, de Ulrich Totier, França

You Were So Precious, de Mi-Young Baek, França

ANIMAÇÃO

Afternoon, de Izabela Plucinska, Polônia

Äkkiä Viime Kesänä, de Juha Mäki-Jussila, Finlândia

Apodemy, de Katerina Athanaspoulou, Grécia

Astigmatismo, de Nicolai Troshinsky, Espanha

Betty’s Blues, de Rémi Vandenitte, França

Crizalide, de Agathe Bascou, França

Ed., de Gabriel Garcia, Brasil/RS

Father, de Ivan Bogdanov, Veljko Popovic, Moritz Mayerhofer, Asparuh Petrov, Dmitry 

Yagodin, Rositsa Raleva, Bulgária

La Isla de Los Muertos, de VukJevremovic, Alemanha

Mademoiselle Kiki et Les Montparnos, de Amélie Harrault, França

Maman, de Kévin Manch e Ugo Bienvenu, França

Musical Insects, de Deborah Stratman, Estados Unidos

Narcisse, de Natacha Kantor, França

Norman, de Robb Vervaeke, Bélgica

Pintas, de Marcus Vinicius Vasconcelos, Brasil/SP

The Me Bird, de Gabriel Kempers e Maria Ilka Azêdo, Brasil/RJ

Toto, de Zbigniew Czapla, Polônia

MALDITA

Chigger Ale, de  Fanta Ananas, Etiópia

La Bifle, de Jean-Baptiste Saurel, França

O Matador de Ratos, de Arthur Lins, Brasil/PB

Pandy, de Matus Vizár, Eslováquia

Fonte: Ariane Lemos


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