1ª Mostra SESC Rio de Arte Eletrônica - Grátis ::  | Curta o Curta

1ª Mostra SESC Rio de Arte Eletrônica - Grátis

Por Guilherme Whitaker em 11/12/2006 11:31


1ª Mostra SESC Rio de Arte Eletrônica - de 11 a 17/12
OS NOVOS CAMINHOS DA ARTE ELETRÔNICA BRASILEIRA


Um evento inédito, dedicado à exibição e discussão dos novos caminhos da arte eletrônica no Brasil e à revelação de novos talentos acontece de 12 a 17 de dezembro no Arte SESC (Rua Marquês de Abrantes 99, Flamengo, Rio de Janeiro). Trata-se da 1ª Mostra SESC Rio de Arte Eletrônica, que promove performances multimídia, instalações, projeções de trabalhos e debates em torno do uso da tecnologia nas artes plásticas e das relações da arte eletrônica com as artes plásticas e com a animação.

A programação inclui exibição de trabalhos assinados pelo coletivo BijaRi e por artistas como Vj Alexis, Juliana Mundin, Carlos Nader, Wagner Morales, Kika Nicolela. Destaque para as produções do animador Carlos Eduardo Nogueira, premiado no Brasil e no exterior por suas obras de sofisticada técnica e de complexidade narrativa. Seu "Yansan" (de 2006, programado para a abertura da Mostra), por exemplo, mostra personagens da mitologia afro-brasileira deslocados para um contexto de referências da iconografia moderna japonesa. O curta mescla técnicas de animação 2d e 3d e foi realizado utilizando programas XSI 5.1 e After Effects 6.5.

Simone Michelin, autora de obras multimidiáticas para espaços públicos, onde a utilização de novas tecnologias e de conceitos das ciências ditas exatas tem sido uma constante, e Rejane Spitz, que acumula intensa produção na área de interface entre tecnologia, arte, design e sociedade são alguns dos convidados já confirmados para as mesas. Merece destaque ainda Diana Domingues, uma das debatedoras da mesa sobre tecnologia e artes visuais, que desde os anos 1990 explora de temas e processos ligados à biologia e à medicina e experiências com telerrobótica.

A 1ª Mostra SESC Rio de Arte Eletrônica é uma realização do SESC Rio e conta com apoio do Globo Online. A produção é da Kan Produções, responsável também pelos programas televisivos "Janela Eletrônica" (levado ao ar pela antiga STV - Rede SescSenac de Televisão) e "20, 30, (no ar pelo canal pago GNT).


PROGRAMAÇÃO

12 de dezembro (terça-feira)
16h00 - Mesa 1: Arte Eletrônica e as Artes Plásticas
Debatedores: Simone Michelin e Bia Medeiros
Mediadora: Martha Gabriel
Serão exibidos os trabalhos das artistas durante o debate

13 de dezembro (quarta-feira)
16h00
Janela Eletrônica: Videobrasil 1 e 2
Janela Eletrônica: Festival do Minuto

17h30 - A Arte de Carlos Nader
Carlos Nader - Carlos Nader ( 16 min, 1998)
Concepção - Carlos Nader (18 min, 2001)
Trovoada - Carlos Nader (17 min, 1995)

18h30
Janela Eletrônica: Juliana Mundim
Janela Eletrônica: Kiko Goifman

14 de dezembro (quinta-feira)
16h00 - A Arte de Rejane Cantoni
OP_ERA: hyperviews - Rejane Cantoni (4 min)
Sonic Dimension - Rejane Cantoni (9 min)
Sonic Interface - Rejane Cantoni (17 min)
OP_ERA: Uma Jornada através de Dimensões Paralelas e Experimentos - Rejane Cantoni (27 min)
Haptic wall - Rejane Cantoni (10 min)

17h00 - A Arte do Coletivo BijaRi
468 - Coletivo BijaRi (6 min, 2006)
Bicho Estranho – Coletivo BijaRi (4 min, 2004)
Galinha – Coletivo BijaRi (5 min, 2001)
Motoboy – Coletivo BijaRi (5 min, 2002 / 2005)
Rio de Janeiro - Coletivo BijaRi (4 min, 2003)
Várzea - Coletivo BijaRi (9 min, 2006)

18h00 - A Arte de Wagner Morales
Wild Life - Wagner Morales (9 min, 2006)
Enfin, Quelque Chose M`Arrive! - Wagner Morales (2 min, 2006)
Cha Cha Cha - Wagner Morales (5 min, 2006)
Filme de Horror - Wagner Morales (5 min, 2003)
Ficção Científica - Wagner Morales (6 min, 2003)
Faixa Escondida - Wagner Morales (8 min, 2003)
Ewá # 1 - Wagner Morales (1 min, 2004)
Ewá # 2 - Wagner Morales (1min)
Não Há Ninguém Aqui # 1 - Wagner Morales (04 min, 2000)
Não Há Ninguém Aqui # 2 - Wagner Morales (2 min, 2000)
Não Há Ninguém Aqui # 3 - Wagner Morales (2 min, 2001)
Cassino, Filme de Estrada - Wagner Morales (14 min, 2003)

15 de dezembro (sexta-feira)
16h00 - A Arte de Kika Nicolela
A/través - Kika Nicolela (9 min, 2003)
Antigos Presentes – Kika Nicolela (6 min, 2003)
Poema do Êxtase - Kika Nicolela (3 min, 2006)
Disseram que eu era japonesa - Kika Nicolela (3 min, 2004)
Face a Face - Kika Nicolela (15 min, 2006)
Flux - Kika Nicolela (11 min, 2004)
Vida por um fio - Kika Nicolela (6 min, 2003)

17h00 - A Arte do VJ Alexis

Vídeo-Guerrilha I - VJ Aléxis (51 min, 2006)

Vídeo-Guerrilha I - VJ Aléxis ( 3 min, 2006)

Visualfarm Skol Beats - VJ Aléxis (25 min, 2006)

File Cine Documenta - VJ Aléxis (29 min, 2006)


18h00 - A Arte de Carlos Nogueira
Yansan - Carlos Eduardo Nogueira (17 min, 2005)
Desirella - Carlos Eduardo Nogueira (11 min, 2004)
Pálvida - Vanessa Pérvida - Carlos Eduardo Nogueira (28 min, 2002)
253B - Carlos Eduardo Nogueira (14 min, 1999)

16 de dezembro (sábado)
10h30 - Mesa 2: Tecnologia nas Artes Visuais
Debatedores: Diana Domingues e Rejane Cantoni
Mediador: Rejane Sptiz
Serão exibidos os trabalhos das artistas durante o debate

17 de dezembro (domingo)
10h30 - Mesa 3: A Arte Eletrônica e a Animação
Debatedores: Carlos Eduardo Nogueira e Marcos Magalhães
Mediador: Télio Navega – O Globo e site Gibizada
Serão exibidos os trabalhos das artistas durante o debate


Sobre os filmes

A Arte do Coletivo BijaRi
468 - Coletivo BijaRi (6 min, 2006)
Sinopse : um vídeo que registra a ação do grupo BijaRi junto ao movimento dos sem teto do centro da cidade de são Paulo. mídia e contra mídia se confrontam, propondo que o expectador saia da passividade na recepção de informações.

Bicho Estranho – Coletivo BijaRi (4 min, 2004)
Sinopse - Baseado no videoclipe homônimo da banda homens do Brasil, este curta fala sobre as pessoas que não conseguem descobrir o que realmente querem da vida e para contar essa história criamos um personagem que não tem olhos (literalmente) como uma metáfora do auto desconhecimento. em busca de sua felicidade ele procura soluções imediatas, aonde questionamos a industria do consumo e da estética.



Galinha – Coletivo BijaRi (5 min, 2001)

Sinopse : Qual a reação das pessoas a uma galinha viva solta em dois distintos ambientes urbanos, próximos geograficamente, mas muito diferentes socialmente?

nessa intervenção, uma galinha viva foi solta no largo da batata, local historicamente reduto de cultura nordestina e freqüentado pelas classes baixas que ali se encontram para consumir produtos e serviços regionais e utilizar o terminal de ônibus. momentos depois a mesma galinha foi solta em frente ao shopping Iguatemi, distante apenas 1km e freqüentado pelas classes mais abastadas da cidade.

surpresa, afetividade, rejeição ou espanto foram algumas das reações e o registro em vídeo desta intervenção demonstra claramente como as tensões sociais urbanas estão presentes numa grande metrópole como são Paulo.



Motoboy – Coletivo BijaRi (5 min, 2002 / 2005)

Sinopse: um vídeo que registra a performance multimídia de mesmo nome onde um motoboy é o personagem principal. realidade mediada e em tempo real são confrontadas criando no espectador uma visão de tempo particular.



Rio de Janeiro - Coletivo BijaRi (4 min, 2003)

Sinopse: Elza Soares como muitos já sabem é provavelmente a mais antiga artista popular em atividade. Eleita pela imprensa internacional como a voz mais singular do século e ainda assim, tenta renovar sua música a cada disco lançado. Em 2003, fez parceria com o produtor Arthur Joly da Reco Head Records e lançou o disco vivo feliz aonde misturou em seu repertório tendências modernas como a música eletrônica e hip-hop. nós fizemos a arte do cd que pode ser vista no link abaixo.

fomos convidados a dirigir o videoclipe para a música "rio de janeiro" uma declaração de amor à cidade maravilhosa. criamos uma linguagem visual simples mas eficiente acabamos ganhando o prêmio de melhor direção de arte para videoclipe no Video Music Awards da mtv brasileira.



Várzea - Coletivo BijaRi (9 min, 2006)

Sinopse: Um vídeo dança que reflete sobre territórios, fronteiras e a ocupação do espaço público a partir da fisicalidade. Imprimir gestos nos perímetros da vida cotidiana, expor-se ao lugar, à sua atmosfera e textura. Jogar os corpos no espaço, na Várzea.





A Arte de Carlos Eduardo Nogueira

Yansan - Carlos Eduardo Nogueira (17 min, 2005)

Sinopse: Yansan, a orixá dos ventos e tempestades, e suas aventuras amorosas com Ogum e Xangô.

O poder do mito Iorubá, insolentemente contextualizado num Japão futurista.



Desirella - Carlos Eduardo Nogueira (11 min, 2004)

Sinopse: Vivendo num conto de fadas, a velha Desirella obtém um par de sapatos mágicos que a torna jovem, numa desesperada tentativa de transcendência.



Pálvida - Vanessa Pérvida - Carlos Eduardo Nogueira (28 min, 2002)

Sinopse: Vanessa sofre de esquizofrenia física. a única maneira de ser curada é ser dividida em dois seres distintos.



253B - Carlos Eduardo Nogueira (14 min, 1999)

Sinopse: Dagmar se prostitui à noite para pagar seus estudos de medicina. ao chegar numa situação financeira insustentável, conhece dois personagens que são os extremos opostos da personalidade masculina e que acabam por mudar sua situação completamente.





A Arte de Carlos Nader

Carlos Nader - Carlos Nader ( 16 min, 1998)

Sinopse: Entrevistando poetas como Waly Salomão, filósofos como Antonio Cícero, foliões como Chumbinho e travestis como Jaqueline Kennedy Onassis, “Carlos Nader” explode o conceito de autobiografia. É ao mesmo tempo um vídeo sobre o autor, um vídeo sobre qualquer um e um vídeo sobre ninguém. É um ensaio sobre os limites da identidade.



Concepção - Carlos Nader (18 min, 2001)
Sinopse: Tendo como estrelas a mãe, a mulher e o filho recém nascido de seu autor, Concepção é um trabalho sobre a concepção do próprio vídeo e da própria vida. Alternando linguagens visuais que vão do portrait à endoscopia, o trabalho sugere que tudo que é concebido transcende a divisão entre os mundos exterior/interior. Tudo que é concebido simplesmente existe.



Trovoada - Carlos Nader (17 min, 1995)

Sinopse: Com depoimentos de Bill Viola, Waly Salomão e Antonio Cícero, Trovoada não tem uma estrutura concêntrica nem um tema objetivo, como a grande maioria dos outros documentários. Sua estrutura é como a estrutura da mente humana. Associativa. E seu tema é uma sensação muito pessoal do autor. O tempo.





Diana Domingues

I’Míto: zapping móbile zone - Diana Domingues e Grupo Artecno UCS (06 min, 2004-2006)

Sinopse: A instalação permite dialogar com a memória coletiva de mitos da cultura humana, em conexões sem costura com computadores, com o corpo móvel conectado na rede e por sensações e imprevisibilidades nascidas no interior de cibercoisas invisíveis, mas pervasivas e sencientes.



Firmamento Pop Star - Diana Domingues e Grupo Artecno UCS (2 min, 2005)

Sinopse: O mundo gráfico em auto-organização somado à abstração dos sons e das narrativas sobre cada mito estabelece partilhas com a comunidade da rede. reafirma-se a expansão da capacidade humana de dialogar com mundos virtuais, conferindo uma condição xamânica de entrar na intimidade de fenômenos físicos simulados próprios da era digital.



Viveiro Terrarium - Diana Domingues e Grupo Artecno UCS (3 min, 2002)

Sinopse: Tomando por tema serpentes pode-se interagir em terrarium[1] um viveiro de serpentes on-line. o conceito poético se liga às antigas culturas e estabelece relações no inframundo com o agir de serpentes que renovam a vegetação. o ambiente permite criar serpentes e o controle de vida artificial do ambiente, além de oferecer interfaces bidirecionais com informações trocadas entre mundos virtuais, num sistema de comunicação de estruturas multi-local.



Aquarium - Diana Domingues e Grupo Artecno UCS (01 min, 2005)

Sinopse: Entrar no Vr Aquarium possibilita a imersão num aquário virtual que se soma à realidade aumentada por imagens em telepresença de peixes que vivem em um aquário instalado na sala vizinha à Ucs Cave, no museu de ciências naturais da universidade de Caxias do Sul. no programa do aquário virtual, as imagens geradas por web câmera são mescladas às cenas virtuais e, pelo uso de óculos estereoscópicos, os peixes e plantas modelados em 3d são vistos em relevo.



Trans-e: my body, my blood - Diana Domingues e Grupo Artecno UCS (04 min, 2005)

Sinopse: No interior de uma caverna com inscrições rupestres da pedra do ingá, no norte do brasil, os corpos conectados às interfaces dialogam com dados escondidos em memórias de silício e experimentam "alucinações virtuais”. ao moverem-se, conectam-se com o cosmos e de forma similar a nativos que tentam captar e transmitir energias, as pessoas ganham poderes xâmanicos por dialogarem com os dados ocultos de programas.



HeartScapes - Diana Domingues e Grupo Artecno UCS (05 min, 2005)

Sinopse: No interior de heartscapes ou paisagens do coração pode-se entrar num coração virtual, viver dentro dele, por navegação espacial e com gestos respondidos mediante o uso de um dispositivo de capture motion, que captura e a traduz movimentos do corpo pelas entradas fornecidas pelo rastreador que acionam nos algoritmos do programa. as cenas são visualizadas em relevo pelos eye-glasses que permitem estereoscopia.





A Arte de Kika Nicolela

A/través - Kika Nicolela (9 min, 2003)

Sinopse: O simples ato de atravessar uma rua. Um ato banal, cotidiano, compartilhado por milhares de pessoas numa única cidade num mesmo momento, massas corpóreas sem identidade. No fluxo, a sensação confortável de ser anônimo. De repente, uma ruptura. O corpo que se desprende, torna-se livre. Esse corpo em suspense começa a se expressar e a se reinventar. Mas qual o caminho a seguir?



Antigos Presentes – Kika Nicolela (6 min, 2003)

Sinopse: São insights da memória, atualizados. É a tentativa da busca do objeto perdido em um tempo remoto. Será possível manipular o passado e fazê-lo presente?



Poema do Êxtase - Kika Nicolela (3 min, 2006)

Sinopse: Lado a lado, dois rostos da mesma mulher olhando para a câmera estão em slow motion. Todas as nuances de suas expressões podem ser percebidas. Em um retrato, ela está jovem, no auge de sua beleza. No outro, ela tem ao redor de 60 anos. A mulher é a atriz Liv Ullman, atuando em dois filmes diferentes de Ingmar Bergman. Os rostos e seus olhares parecem estar dialogando com cumplicidade. O tempo, os 30 anos que separam os dois rostos, parece ser suprimido.



Disseram que eu era japonesa - Kika Nicolela (3 min, 2004)

Sinopse: O video integra o solo de dança “Disseram que eu era japonesa”, de Letícia Sekito, e aborda questões como tradição/contemporaneidade, memória/herança/identidade cultural e imagem desejada/estereotipada/projetada, ao explorar a relação entre a bailarina e o universo cultural japonês.



Face a Face - Kika Nicolela (15 min, 2006)

Sinopse: Em Face a Face, diversos homens e mulheres respondem a 5 perguntas sobre o amor. Essas pessoas foram deixadas sozinhas com uma câmera enfrentando o seu próprio rosto refletido no monitor. As perguntas, escritas sobre um papel, abordam diferentes aspectos do amor e provocam os participantes a refletir e a se expor.



Flux - Kika Nicolela (11 min, 2004)

Sinopse: Um corpo desafia sua exterioridade; peregrina pelo caminho da impotência à força vital. Ele vai se amalgamando aos elementos em torno - uma construção de barro, um vale, um riacho – na busca de um equilíbrio entre o mundo interno e o externo.



Vida por um fio - Kika Nicolela (6 min, 2003)

Sinopse: Fragmentos de memória de um Líbano onírico, fundindo o cotidiano com a cultura e a tradição; reminiscências de uma infância interrompida. O vídeo tenta traduzir os fios visíveis e invisíveis que envolvem as relações mãe-filha, bem como do ser humano e suas raízes.





Bia Medeiros

CRTL C CRTL C #1 - Bia Medeiros (3 min, 2005)
Sinopse: Produção atual do grupo de pesquisa corpos informáticos - video arte e instalação.



CRTL C CRTL C #2 - Bia Medeiros (3 min, 2005)
Sinopse: Produção atual do grupo de pesquisa corpos informáticos - performance, instalação e vídeo arte.



CRTL C CRTL C #3 - Bia Medeiros (8 min, 2005)
Sinopse: Produção atual do grupo de pesquisa corpos informáticos - da impossibibiliade de cortar e colar.



Sintagmas - Bia Medeiros (4 min, 2006)

Sinopse: Produção atual do grupo de pesquisa corpos informáticos - intervenção urbana e video arte



Cilios (Lê-Se Ponto Cílios) - Bia Medeiros (12 min, 2006)

Sinopse: Produção atual do grupo de pesquisa corpos informáticos.



www.corpos.org - Bia Medeiros (5 min, 2006)

Sinopse: Desde de 1998, o grupo de pesquisa corpos informáticos (gpci) e realizam videoperformances em telepresença. À partir de 1999, este trabalho passa a ser feito com meios digitais: performance com tecnologia de vídeo-conferência. O gpci quer desvendar linguagens para a arte na rede mundial de computadores procurando usar os recursos inerentes à mídia em questão, no entanto questionando/reafirmando suas possibilidades, buscando o outro da tecnologia indo o além da positividade desta tecnologia.





Martha Gabriel

Mozaico De Voses - Martha Gabriel (2004)
Sinopse: Trabalho de web-art que converge voz e imagem em um mosaico visual/aural na web, com as cores escolhidas e vozes gravadas pelas pessoas que interagem de qualquer lugar do planeta. A interface de voz usa síntese de fala e reconhecimento de voz e funciona através de ligações telefônicas feitas a partir de qualquer telefone. O mosaico é visto/ouvido na web. Neste sentido, ocorre uma dissolução de fronteiras e convergência da mais antiga rede de comunicação global – o telefone - com a maior rede computacional do mundo – a internet. O trabalho gera uma comunidade visual/aural, o mozaico de voses, onde cada pastilha com a informação individual das pessoas participantes (cor escolhida e voz gravada) forma e dialoga com o todo, criando uma relação comunidade/indivíduo. A obra foi desenvolvida em três línguas – português, inglês e espanhol-, para permitir participação global, e conta hoje, em nov/2006, com mais de 700 pastilhas (interações de voz pelo telefone). Além do seu caráter visual/aural, a formação espontânea do mosaico é também uma característica significante, que inclui o fortuito e inesperado no trabalho. Conforme as pessoas fazem as ligações telefônicas gradualmente formando o mosaico longo do tempo, ele muda constantemente. além disso, como cada pessoa escolhe a cor da sua pastilha e grava livremente sua mensagem, a estética evolutiva e resultado final do mosaico são imprevisíveis. Neste contexto, ocorre um colapso de tempo-espaço no trabalho que mapeia em um só espaço – o mosaico – participações que vêm de muitos lugares geográficos diferentes, em línguas diferentes, e tempos diferentes. Completando o mapa visual criado pelo mosaico, as vozes gravadas são extensões das pessoas, já que a voz carrega em si parte de quem fala. assim, o mosaico é também um corpo feito das vozes humanas de vários outros corpos.



Reflexões No Vazio - Martha Gabriel (2001)
Sinopse: Poesia digital que reflete sobre o conceito de vazio em três partes: oco, eco e vazio. O oco traz uma reflexão sobre o oco digital e seu preenchimento. O eco vem cheio de sons e traduções de símbolos. O vazio apresenta frases combinadas alternadamente de cheios e vazios de sentimentos e outros intangíveis.



Nowaroneworld - Martha Gabriel , Aloice Secco e Cecilia Saito (2003)

Sinopse: Sabendo da existência de variados tipos de guerra no mundo contemporâneo como a droga, a fome, a miséria, a ignorância, o trabalho, etc, pelo cruzamento entre a arte e a tecnologia, este trabalho está focado na antítese da guerra, tendo como ponto de partida a utilização de frases de grandes autoridades mundiais em seu discurso pela paz. Neste discurso, presentificamos não somente as reflexões daqueles que fizeram a guerra e posteriormente discursaram sob o ângulo da paz, mas também o pensamento daqueles que muito significam para a existência da humanidade.



Ócio Criativo Website - Martha Gabriel (2003)

Sinopse - A intenção do website ócio criativo é proporcionar um espaço de interatividade com conteúdo formado por assuntos atrativos que instiguem a inspiração e criatividade nos horários de ócio. Inspirado em "o ócio criativo" do filósofo Domenico de Masi sobre a evolução do trabalho, o conceito de ócio em questão não é o caracterizado pelo conceito ocidental (não fazer nada), mas pelo conceito grego antigo, onde ócio é um estado de criação/lazer/aprendizado/prazer constante. O site procura transmitir este conceito através de seu conteúdo, tornando todas as horas em ócio criativo.



Inter.Ferences - Martha Gabriel (2004)
Sinopse: Baseado na exploração do fenômeno físico da interferência, e inspirado na obra do artista venezuelano Cruz-Diez, o trabalho pretende fornecer uma interface experimental para o fenômeno da interferência de modo que alterando-se padrões de cor, espessuras e movimentação de uma grade sobre um fundo listrado, novas cores sejam criadas na tela. A experimentação possibilita a criação de infinitos padrões de cores, e a observação de padrões que geram desde resultados mais dramáticos quanto à obtenção de novas cores até padrões que não causam o efeito da interferência, portanto não gerando novas cores na tela. Através da experimentação dos diversos modos de interação, o trabalho se propõe a causar sentimentos e reflexões proporcionados pela própria interação em si e pelas novas cores obtidas durante a interação.





Simone Michelin

1 minuto ou Abomináveis pregas Abdominais - Simone Michelin (1 min, 1996/98)

Sinopse: Refere-se à frase de Rrose Sélavy, alter ego de Marcel Duchamp, versão de Abominables fourrures abdominales. (Rrose Sélavy, en Littérature, nº5; V.1920). De acordo com Michel Sanouillet os textos produzidos por Rrose Sélavy referem - se a um território onde ‘a felicidade só se concebe de forma contraditória’. O vídeo aponta para o desejo e a decadência do corpo humano com cinismo e ironia.



O Intervalo entre as Coisas - Simone Michelin (3 min, 1998)

Sinopse: O vídeo foi feito para grande projeção, pensado como um outdoor sonoro e em movimento. É uma animação feita a partir da fotografia da artista, feita por seu pai, entre seu irmão e seu primo, na praia. As crianças foram identificadas com os nomes Muntadas, Michelin and Moholy, e parecem todos meninos.



Museum Brotherhood - Simone Michelin (10 min, 2001)

Sinopse: Releitura de video documentando uma entrevista feita por Russel Connor com Marcel Duchamp, onde ele fala de seu irmão Jacques Villon, por ocasão da retrospectiva do último no Museu de Arte de Boston. O programa original, “Museum Open House: Marcel Duchamp interviewed by Russel Connor“, de 1964, é distribuido pela Electronic Arts Intermix, em NY/USA.



Verde, Amarelo, Azul, Branco e Vermelho - Simone Michelin (5 min, 1998)

Sinopse: O vídeo foi feito com material gravado das janelas de diferentes casas onde morei no Rio de Janeiro, entre 1994 e 1997. Mostra sensação-visão em relação a uma cidade vista em alto-contraste, meio sonho e crua, num tempo singular. A narrativa estrutura-se em pausas de silêncio e cor, o som funciona como elemento ativador da memória.



Cacofonia (cena 2) - Simone Michelin (3 min, 2003)

Sinopse: Cacofonia tece conexões entre fatos históricos no âmbito da arte e da política. O trabalho sobrepõe imagens e sons de contextos diferentes em termos de tempo, espaço e situação. O áudio do filme Câncer de Galuber Rocha fala do Brasil em 1968, enquanto o video mostra cenas da cerimônia de inauguração da XXV Bienal Internacional de São Paulo. em 2002.



Araponga - Ranap-Gaô - Simone Michelin (11 min, 2001)

Sinopse: Feito para a peça do compositor Rodolfo Caesar, Ranap-Gaô, que compõe o primeiro capítulo de uma série que ele vem desenvolvendo sob o nome de "Livro Brasileiro dos Mortos". A trajetória tem encontros que sugerem fatos acontecidos no passado, na cidade de Niterói e no Rio de Janeiro. A mistura de imagens que ora são signos gráficos, ora paisagens naturalistas conduz/induz o observador a percorrer diferentes níveis do concreto ao imaterial, e depois, de volta a terra - como um sono - sonho também que ocorre entre o anoitecer e o amanhecer.



Lições Americanas - Ho Ho Ho - Simone Michelin (9 min, 2002)

Sinopse: Vídeo é parte da série Lições Americanas. Entre o reality show e o home video, a narrativa acontece no ambiente novaiorquino de Festas de final de ano, focalizando o comércio de brinquedos, interiores de lojas e vitrines. Uma viagem ao Macyland, parque temático da terra de Papai Noel, no Macy’s Magazine, transforma-se em algo entre a descida ao inferno de Dante e uma passagem de Alice no país das maravilhas.



Lonesome - Simone Michelin (3 min, 2004)

Sinopse: O vídeo mostra uma sessão de fotografias de casamento de um casal coreano no jardim de inverno do prédio anexo ao World Trade Center, o World Financial Center, gravado em 1998.



Lilliput - Simone Michelin (2005)

Sinopse: Lilliput é a ilha onde Gulliver, a personagem do escritor Jonathan Swift, vai parar, em uma de suas viagens. Mas a Lilliput de Simone Michelin é um arquipélago de três ilhas — o museu, a Internet e o telefone celular — que funcionam coordenadamente, de maneira a produzir wallpapers e filmes digitais para celulares. No museu, instala-se um cenário parecido ao de uma praça pública com monumentos, onde o visitante (ou viajante) capta suas imagens. O site arquiva a coleção de imagens e funciona como plataforma para "baixar arte para seu telefone celular". Afinal, Lilliput consagra o celular como espaço público, para onde convergem experiências interpessoais e estéticas.



ADA, Anarquitetura do Afeto - Simone Michelin (2004)

Sinopse: ADA é em um modelo de conversação que tomou forma através de um mecanismo que capta sons e imagens de acontecimentos do cotidiano do Instituto Cultural Itaú, processa estes dados e os devolve para o lado de fora do prédio, para a Av. Paulista. Podemos pensar que o sistema demonstra como as coisas são o resultado de uma rede de acontecimentos tramada coletivamente que estrutura-se, por sua vez, em função de paradigmas. A proposição só funciona plenamente quando há movimento no prédio, ela depende a cada instante da escolha de pessoas, a partir de sua decisão de ir a determinado lugar, em sua interação mediada por máquinas com outras pessoas cuja função é manter a organização daquele mesmo lugar. ADA demostra sobremaneira a questão da interface como um espaço de relações onde o corpo humano todo assume a primazia dos agenciamentos.



DesConcerto - Simone Michelin (2003)

Sinopse: DesConcerto apresenta um sistema dinâmico que conversava com a situação “concerto - público - instituição - espaços oficiais - situações informais”. O sistema também propunha trazer a rua para dentro do teatro e levar o teatro para a rua promovendo um embaralhamento das categorias público-privado.



Bonjour Bonsoir Adieu Tristesse - Simone Michelin (19/12/ 2001 a 17/02/2002)

Sinopse: Uma estrutura tridimensional, feita sob medida para a galeria do modula o espaço deslocando de sua arquitetura volumes que sugerem cenários domésticos. A superfície dos volumes mimetiza o piso da galeria.

O sistema opera uma espécie de jukebox acionada pela junção de conectores. Nove sequências de vídeos aguardam: Plugue e desplugue.

Para cada tempo (duração) há uma escolha singular, o que significa que só uma sequência por vez é acionada. Um pequeno monitor LCD aplicado na estrutura-bancada, ao lado dos conectores, esconde-se dentro de um protetor trapezoidal e mostra uma animação com imagens onde não é possível nenhuma interferência. Supõe-se que o visitante use o trabalho de diversas maneiras, não só plugando os conectores, mas subindo na construção, sentando, deitando, estabelecendo uma relação de proximidade com ele, como a de quem está em casa.





Marcos Magalhães

Dois - Marcos Magalhães (5 min, 1999)

Sinopse: Indecisão e conflito de duas cabeças que habitam o mesmo corpo.



Pai Francisco entrou na Roda - Marcos Magalhães (5 min, 1997)

Sinopse: Adaptação atualizada de cantiga de roda infantil. Pai Francisco é um malandro do tempo antigo, sempre à procura de um bom pagode. Porém, no Rio de Janeiro de hoje, está cada vez mais difícil encontrar seus parceiros.



Animando - Marcos Magalhães (13 min, 1983)

Sinopse: Um animador tenta encontrar a técnica ideal para dar vida ao seu personagem. Neste passeio pelas diferentes formas de animar, criador e personagem terminam por se confundir.





A arte do VJ Aléxis

Vídeo-Guerrilha I - VJ Aléxis (51 min, 2006)

Sinopse: O documentário traz uma narrativa sobre a utilização de diversas mídias para performaces audiovisuais, como internet, salas de cinema, intervenções urbanas e festivais de música, além de pontuar a facilidade de produção artística com ferramentas simples como o micro computador.



Vídeo-Guerrilha I - VJ Aléxis (3 min, 2006)

Sinopse: O documentário traz uma narrativa sobre a utilização de diversas mídias para performaces audiovisuais, como internet, salas de cinema, intervenções urbanas e festivais de música, além de pontuar a facilidade de produção artística com ferramentas simples como o micro computador.



Visualfarm Skol Beats - VJ Aléxis (25 min, 2006)

Sinopse: A história dos VJ`s no festival reflete o desenvolvimento da cena da música eletrônica. As primeiras três edições do festival tiveram as imagens de todas as pistas pré-produzidas pelo VJ Aléxis.



File Cine Documenta - VJ Aléxis (29 min, 2006)

Sinopse: O file-cd (cinema documenta) foi apresentado na exposição do File, na galeria de arte do Sesi-SP, durante o período de 14 de agosto a 03 de setembro. Entre os filmes selecionados, estavam o documentário Vídeo Guerrilha, do diretor.





A Arte de Wagner Morales

Wild Life - Wagner Morales (9 min, 2006)
Sinopse: Pessoas em uma embarcação alheias à paisagem ao redor. o mundo selvagem do turismo yuppie de meia-idade.



Enfin, Quelque Chose M`Arrive! - Wagner Morales (2 min, 2006)

Sinopse: Um vídeo sobre o acontecimento de um evento; o “nascimento” propriamente dito de um evento.



Cha Cha Cha - Wagner Morales (5 min, 2006)

Sinopse: Versão single channel da vídeo-instalação de mesmo título realizada no Palais de Tokyo em Paris (exposição Trópico-Végetal). O vídeo é um comentário visual sobre os estenótipos latinos no mundo europeu: sexo, swingue e corpos em evidência.



Filme de Horror - Wagner Morales (5 min, 2003)

Sinopse: Primeiro trabalho da série "vídeo de cinema", inspirada nos gêneros cinematográficos. Neste vídeo, uma imagem quase estática: uma escultura de plástico e água é submetida a tiros de uma espingarda de pressão, lentamente a escultura se esvazia e a água escorre em direção a um rio que passa ao lado. A imagem nos remete ao estado de suspensão que precede o susto dos filmes de terror. A música composta é tensa e pontua cada mínimo movimento apresentado na tela: uma folha que cai, o vento que balança um bambuzal, a água que escorre e direção ao rio. Como em um filme de horror, as sensações do espectador são conduzidas menos por aquilo que se vê do que pelo que se ouve e se pressente. Um trabalho sobre o pressentimento do mal.



Ficção Científica - Wagner Morales (6 min, 2003)

Sinopse: Vídeo experimental inspirado no filme “Solaris” de Andrei Tarckovski. O trabalho é o segundo de uma série que aborda os gêneros do cinema. Apesar de fazerem parte de uma série, os trabalhos são totalmente independentes, podendo ser vistos separadamente.



Faixa Escondida - Wagner Morales (8 min, 2003)

Sinopse: No início e durante um tempo quase incômodo, a tela é escura, com o quarto superior separado do resto por uma faixa de luz. Ou de luzes, porque a memória nos dá pistas de que se trata de uma cidade vista à distância, entre a escuridão da terra ou do mar e a escuridão do céu. O som das ondas garante que o que vemos abaixo das luzes é água. Quando deciframos esse lugar, porque já nos vimos em praias como essa antes, um flash ilumina a cena e nos mostra um caminho bem ao centro. uma linha vertical, perpendicular à faixa luminosa que demarca o horizonte. Os flashes se repetem, sedimentando a imagem aos poucos, em camadas, o píer que se perde ao longe. uma pessoa acende um cigarro e brinca com o isqueiro fazendo desenhos de luz diante da câmera. O som das ondas se confunde com o barulho da chuva, imagens diurnas desse mesmo ponto de vista se fundem com o que se adivinha dessa lugar durante a noite, pistas incompletas do lugar e dos acontecimentos que compõem o filme. Uma mão cobre a lente e deixa tudo escuro antes de aparecer finalmente praia, de dia. O aparelho de som na areia parece afirmar que todos os elementos do filme estão claros, evidentes. agora, depois de tantas informações truncadas, de tantas coisas escondidas. A voz de elvis presley, facilmente reconhecível, de repente se torna clara também, límpido o som como a imagem à luz do sol, sem o barulho insistente da chuva ou das ondas. Escuta-se o coro e a voz teatral recitando que o mundo é um palco onde devemos interpretar nosso papel.



Ewá # 1 - Wagner Morales (1 min, 2004)

Ewá # 2 - Wagner Morales (1min)

Sinopse: Ewá é uma entidade do candomblé e na terminologia dos orixás significa o "lugar onde o homem não alcança". O trabalho é um ensaio sobre nossa capacidade de contemplação, onde misturo o registro digital e a manipulação das imagens próprias da linguagem do vídeo com a ação da performance. Na tela vemos uma pastilha de sonrisal dissolver-se no mar. A imagem foi manipulada posteriormente e colocada de trás para frente criando uma sensação de aglutinação e ordem daquilo que é caótico por natureza, o mar. Se Ewá significa "o lugar onde o homem não alcança", neste trabalho busca-se o oposto: o domínio sobre o tempo e a organização do caos, tão caros à linguagem do vídeo e evidenciados pela edição e manipulação das imagens. Ewá #1 e Ewá #2 são dois vídeo curtos (1'20") e diferem entre si pela edição: no primeiro assistimos uma seqüência de cortes enquanto no segundo há a presença de um único plano. Os dois vídeos, colocados lado a lado, evidenciam o poder da montagem sobre a percepção de um mesmo fenômeno.



Não Há Ninguém Aqui # 1 - Wagner Morales (04 min, 2000)

Sinopse: Um personagem masculino fictício publica um anúncio nos classificados sentimentais do jornal As respostas a esse anúncio foram gravadas em uma secretária eletrônica e serviram, posteriormente, como o roteiro para a confecção do vídeo. As imagens de mulheres pegas ao acaso nos remetem tanto às câmeras de vigilância espalhadas pela cidade quanto a uma procura amorosa.



Não Há Ninguém Aqui # 2 - Wagner Morales (2 min, 2000)

Sinopse: Este vídeo tem uma estrutura similar ao primeiro, mas desta vez as mensagens deixadas na secretária eletrônica são de amigos do artista, que o chamam pelo nome e falam sobre assuntos cotidianos: uma festa, uma ida ao cinema, um ensaio de uma banda. Diferentemente das mulheres que se descrevem no vídeo "não há ninguém aqui #1", as pessoas aqui são identificadas pelo nome. Novamente, as imagens são gravadas de dentro de um carro, mas desta vez a câmera aponta para o rosto do motorista.



Não Há Ninguém Aqui # 3 - Wagner Morales (2 min, 2001)

Sinopse: Um trabalho sobre a clausura. Ambientes domésticos apresentam-se de maneira modorrenta e ao mesmo tempo pictórica. Neste trabalho a câmera apenas move-se em seu próprio eixo. Não há deslocamentos. O tempo não passa.



Cassino, Filme de Estrada - Wagner Morales (14 min, 2003)

Sinopse: Este trabalho é o terceiro da série “vídeo de cinema” e trata do gênero dos road movies. Neste vídeo o artista se impôs um conjunto de regras muito específicas, pois a idéia de distância deveria ser impor ao trabalho de várias maneiras .





A Arte de Rejane Cantoni

OP_ERA: hyperviews - Rejane Cantoni (4 min)

Sinopse: Instalação imersiva desenhada para explorar representações de objetos 4d em espaços 3d. Explora a percepção, cognição humana e equilíbrio.



Sonic Dimension - Rejane Cantoni (9 min)

Sinopse: Interface humana como ponte para dimensão sonora.



Sonic Interface - Rejane Cantoni (17 min)

Sinopse: Instalação imersiva interativa desenhada como uma escultura sonora em 3d. É uma jornada através de dimensões paralelas e experimentos multisensorias.



OP_ERA: uma jornada através de dimensões paralelas e experimentos - Rejane Cantoni (27 min)

Sinopse: Experimentação multisensorial de conceitos do espaço, que promove a interseção entre a ciência e a tecnologia na implementação de conceitos espaciais.

Haptic wall - Rejane Cantoni (10 min)
Sinopse: Significa “parede tática” e é marcado por movimentos de interface para criar a multisensorialidade, com projeções de sons do espaço captados pela pele.

Serviço
1ª Mostra SESC Rio de Arte Eletrônica
de 12 a 17 de dezembro de 2006, diversos horários
Arte SESC – Rua Marquês de Abrantes 99, Flamengo, Rio de Janeiro
Entrada gratuita

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