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Cinema Seco no Rio, 9 curtas e 9 longas, grátis na CAIXA

Por Guilherme Whitaker em 12/11/2007 18:13


CINEMA SECO: MOSTRA DE FILMES ÁRIDOS
Filmes abordam os aspectos de aridez na vida em sociedade e no campo da estética cinematográfica (ao lado, foto do curta "Euclides e Anna").

A CAIXA Cultural Rio recebe, de 16 a 25 de novembro, uma mostra de cinema cujos filmes utilizam uma estética composta de elementos áridos. Serão exibidos 9 longas e 9 curtas-metragens, que retratam pessoas em condições geográficas e de clima desfavoráveis ou de sequidão sentimental e psicológica. Esses personagens habitam desde os sertões até as grandes metrópoles brasileiras. As sessões serão sempre às 18h e 20h, com entrada franca. Confira a programação completa AQUI.

Como parte do evento, será realizado o debate - "Cinema seco: terreno árido” -, dia 22 de novembro, às 20h, com a presença do cineasta Octávio Bezerra, do crítico de cinema Hernani Heffner e do escritor e jornalista Ronie Lima. O debate traçará um paralelo entre a produção cinematográfica brasileira e temas ligados à realidade sócio-ambiental do Brasil.

Com curadoria de Petrônio Lorena e Sérgio Oliveira, a mostra reúne produções nacionais de destaque em décadas passadas como "A grande feira” (1961), de Roberto Pires, além de filmes inéditos ao grande público, como "Sobre o amor em tempos difíceis” (2004), do mineiro Dellani Lima. A mostra também inclui curtas-metragens de estética minimalista que pouco circularam em festivais pelo país, como "Ancestral é aqui", de Mário Silva, e "Euclides e Anna", de Camila Mota e Fernando Coimbra.

“Cinema Seco: Mostra de filmes áridos é um evento cultural que pretende exibir um cinema brasileiro criativo, seco pelas condições de produção ou pela temática infiltrada na realidade tupiniquim, mas com uma forte dose de talento e originalidade”, afirma um dos curadores da mostra, Petrônio Lorena.

O evento “Cinema Seco: Mostra de filmes áridos” foi selecionado pelo edital 2007 de ocupação dos espaços da CAIXA Cultural.

Serviço
Patrocínio: CAIXA Econômica Federal
Realização: Caixa Cultural
Organização: WSET Multimídia
Agradecimentos Centro Técnico Audiovisual (CTAV), a Cachaça Magnífica e a todos os realizadores que cederam seus filmes para o Cinema Seco.

Local: CAIXA Cultural RJ – Cinema 2
Endereço: Av. Almirante Barroso, 25 Centro (Metrô: Carioca)
Tel: 21 2544-7666/4080 – Site: www.caixacultural.com.br
Temporada: 21 a 24 e 27 a 30 de novembro de 2007
Horário do cinema: 18:00 / 20:00 // Local: Cinema 2
Entrada franca
Acesso para portadores de necessidades especiais

Assessoria de imprensa da CAIXA Cultural RJ
Daniele Lucena//Erika Carlucci//Mara Marques
Tel: 21 2497-5022// 78921433//96174772//93275615
redacao@planocomunicacao.com.br

Equipe Cinema Seco
Idealização e curadoria: Petrônio Lorena e Sergio Oliveira
Produção Executiva: Guilherme Whitaker
Produção: Petrônio Lorena
Assistentes: Raphael Fonseca e Verena Kael
Arte gráfIca e Foto Capa Tatiana Altberg
Vinhetas: Christian Caselli
Site: Rivello.net / Rivello Soluções Tecnológicas

CINEMA SECO / MOSTRA DE FILMES ÁRIDOS
16 A 25 DE NOVEMBRO / CAIXA CULTURAL RJ

PROGRAMAÇÃO
16/11 – Sexta-feira
20h – Sessão: SECO AMOR
Euclydes e Anna (12 min, 2002, cor, ficção, miniDv, SP)
Direção: Camila Mota e Fernando Coimbra
Cem anos após a publicação de “Os Sertões”, um casal refaz a viagem do autor, passando por Salvador, Canudos e Monte Santo, e acabam ficando possuídos pelo “demônio” de Euclydes e sua mulher, Anna.

Sobre o amor em tempos difíceis (63min, 2004, cor, ficção, miniDv, MG)
Direção: Dellani Lima
Com Rodrigo Lacerda e Letícia Castilho
A influência do capitalismo nas relações afetivas atuais. Uma mulher descobre num pesadelo que não fez as compras do mês durante um acidente nuclear. Um agitador cultural, desaparecido, revela suas amarguras. Um publicitário de vida patética e as imagens de sua infância. Retrato ácido de um novo romantismo no amor de hoje.

17/11 – Sábado

18h – Sessão: NO REINO DA BESTA FERA!
O Cão Sedento (13 min, 2005, cor, ficção, 16mm, PB)
Direção: Bruno de Sales
Com Liuba de Medeiros, Ricardo Emmanuel, Buda Lira, Saul Carvalho e Jéssica
Besta-Fera, uma adolescente se passa por prostituta para desempenhar uma segunda atividade. Fortemente inspirado pelo cinema underground setentista, o filme explora o universo das almas sebosas da periferia da capital paraibana.

Uma Avenida Chamada Brasil (85min, 1989, cor, doc, 35mm, RJ)
Direção: Octávio bezerra
Com Emmanuel Cavalcanti e Afonso Soares (Narrador)
A larga Avenida que corta ao meio a periferia do Rio de Janeiro projeta-se, com seus gritantes contrastes, como microcosmo do próprio Brasil. Com sua intensa pulsação, é alma penada e danada de uma cidade que deixou de ser maravilhosa. Mergulhando a fundo no submundo das favelas que margeiam a Avenida Brasil, o filme mostra o crime, o vício, as perversões, a polícia, os bandidos e a multidão de deserdados - uma enorme população lutando pela vida - e tendo que conviver com o medo, as ameaças constantes e a morte.

20h – Sessão: JET BLACK OU MULUNGU
O ancestral é aqui (13 minutos, 2005, cor, doc, MiniDv, RJ)
Direção: Mário Silva
Na sua aparente simplicidade, estruturado como um hai kai, o filme toca nas questões de identidade, ancestralidade e formação cultural, e concomitantemente mostra a transformação de um pedaço de madeira em um objeto sagrado.

A Grande Feira (90 minutos, , Pb, ficção, 1961, 35mm, BA)
Direção: Roberto Pires
Com Antonio Pitanga, Geraldo Del Rey, Helena Ignês
Feirantes de Água dos Meninos, em Salvador, são ameaçados de despejo por uma empresa imobiliária. Os moradores dessa feira permanente procuram lutar para conservar o terreno. Por intermédio dessa história sucinta se entrelaçam uma série de tramas: as transformações no comportamento feminino na capital baiana, a demagogia eleitoral, a política petrolífera, o racismo, a idéia de revolução e o imperialismo.

18/11 - Domingo
18h - Sessão: VENHA E VEJA!!
Acidente (72minutos, cor, doc, 2006, 35mm, MG )
Direção: Pablo Lobato e Cao Guimarães
Um poema composto por 20 nomes de cidades de Minas Gerais, Brasil, é o corpo rítmico deste filme, que se abre ao imprevisto e ao improviso. Instigados pelos nomes destas cidades, a equipe percorre por uma primeira vez cada uma delas. Num movimento de imersão e submersão, o filme se faz através de duas camadas narrativas - uma formada pela história do poema e outra pelos eventos que surgem acidentalmente diante da câmera.

Material Bruto (17minutos, pb, exp, 2006, MiniDv, MG)
Direção: Ricardo Alves Junior
Afora nos corredores do edifício caminha a Mulher Náusea. Adentro Mulher Cabelo, Homem Cigarro e Homem Musica esperam o momento de fuga, um instante para sair de si. Material Bruto e um trabalho realizado com usuários do centro de convivência da rede pública de saúde mental na cidade de belo horizonte.

20h – Sessão FUTURAMA
Transposição – Àguas de Satã (13min, 2006, cor, MiniDv, PE)
Direção: Telephone Colorido
Acordo de guilhotina com cabeça não se faz: comunidades ribeirinhas revoltadas com o nefasto projeto governamental de transposição do Rio São Francisco em detrimento da qualidade de vida de camponeses, indígenas e ex-quilombolas

UAKÁ (118min, 1988, cor, 35mm, DF/RJ)
Direção: Paula Gaetan
UAKA significa céu em Kamauiará. O filme mostra a homenagem que os índios Kamauirá fazem aos mortos. Numa linguagem documental seca e poética o filme apresenta a celebração da vida pelos Kamaiurá e as proximidades do poder de concreto.

20/11 - Terça-feira
18h – Sessão: DURMA COM ESSA BRONCA!
Homens pequenos no ocaso projetam grandes sombras
(13min, cor, ficção, 2005, 16mm, RJ)
Direção: Tim Gerlach
Em uma sociedade corrompida, dominada pela indústria armamentista, homens poderosos fazem acordos perigosos, definindo o destino de muitos. Homens pequenos esmagados pelas próprias sombras. "And wath about the International Communit? Fuck them!!

Baixio das Bestas (80 minutos, cor, ficção, 2007, Super 35mm, PE)
Direção: Cláudio Assis
Com Mariah Teixeira, Fernando Teixeira, Dirá Paes, Marcélia Cartaxo, Conceição Camarotti, Hermila Guedes, Mateus Nachtergaele, Caio Blat
O Baixio das Bestas é o lugar símbolo das confluências humanas. Uma pequena comunidade dentro de uma cultura secular, paralisada em sua moral e autoridade: a decadente cultura latifundiária. Nesse cenário encontra-se Auxiliadora, uma menina de 13 anos explorada pelo avô, Seu Heitor, um falso moralista. Cícero, um jovem de berço nobre, assiste ao drama de Auxiliadora e cria por ela uma paixão insustentável.

20h - Sertão de ser sozinho
Nada com Ninguém (14 minutos, cor, doc, 2003, MiniDV, Brasil/CUBA)
Direção: Marcos Pimentel
Documentário sobre um velho homem que vive com seu filho em uma montanha, isolado de contato com o mundo exterior. Uma reflexão sobre o tempo e o silêncio.

Céu de Sueli(88 minutos, cor, ficção, 2006, 35mm, Brasil, França, Alemanha e Portugal)
Direção: Karim Aïnouz
Com Hermila Guedes, Georgina Castro, Maria Menezes, João Miguel e Zezita Matos
Dois anos atrás, Hermila partiu. A experiência em São Paulo foi boa, mas a cidade era cara demais. Agora ela está de volta a Iguatu, no sertão cearense. A casa da avó, Zezita, e da tia, Maria, é acolhedora e confortável. Mas não demora muito e Hermila se dá conta de que precisa ir embora dali outra vez.

21/11 – Quarta-feira
18h – Sessão: OUTROS SERTÕES?
Cabaceiras(16 min, cor, doc, 2007, 35mm, PB)
Direção: Ana Bárbara Ramos
De posse de um serrote, 4 cabaceirenses põem fim às falsas certezas sobre o nordeste brasileiro

Árido Movie (115 minutos, cor, ficção, 2006, 35mm, RJ/PE)
Direção: Lírio Ferreira
Com Giulia Gam, Guilherme Weber, José Dumont, Selton Melo, Aramis Trindade e Mateus Nachtergaele
Jonas é um repórter do tempo que retorna à sua cidade natal no sertão nordestino por conta do assassinato de seu pai. Pelo caminho encontra amigos, uma documentarista e um sertão contraditório, que busca se adaptar às mudanças do progresso mas não pode solucionar seus problemas básicos como a falta dágua.

20h – Sessão: VENHA E VEJA!!
Acidente (72minutos, cor, doc, 2006, 35mm, MG )
Direção: Pablo Lobato e Cao Guimarães
Um poema composto por 20 nomes de cidades de Minas Gerais, Brasil, é o corpo rítmico deste filme, que se abre ao imprevisto e ao improviso. Instigados pelos nomes destas cidades, a equipe percorre por uma primeira vez cada uma delas. Num movimento de imersão e submersão, o filme se faz através de duas camadas narrativas - uma formada pela história do poema e outra pelos eventos que surgem acidentalmente diante da câmera.

Material Bruto (17minutos, , PB, exp, 2006, MiniDv, MG)
Direção: Ricardo Alves Junior
Afora nos corredores do edifício caminha a Mulher Náusea. Adentro Mulher Cabelo, Homem Cigarro e Homem Musica esperam o momento de fuga, um instante para sair de si. Material Bruto e um trabalho realizado com usuários do centro de convivência da rede pública de saúde mental na cidade de belo horizonte.

22/11 – Quinta-feira
18h - Sessão: NO REINO DA BESTA FERA!!
O Cão Sedento(13 min, 2005, cor, 16mm, PB)
Direção: Bruno de Sales
Com Liuba de Medeiros, Ricardo Emmanuel, Buda Lira, Saul Carvalho e Jéssica
Besta-Fera, uma adolescente se passa por prostituta para desempenhar uma segunda atividade. Fortemente inspirado pelo cinema underground setentista, o filme explora o universo das almas sebosas da periferia da capital paraibana e sua relação com o rádio jornalismo policial.

Uma Avenida Chamada Brasil (85min, 1989, cor, 35mm, RJ)
Direção: Octávio Bezerra
Com Emmanuel Cavalcanti e Afonso Soares (Narrador)
A larga Avenida que corta ao meio a periferia do Rio de Janeiro projeta-se, com seus gritantes contrastes, como microcosmo do próprio Brasil. Com sua intensa pulsação, é alma penada e danada de uma cidade que deixou de ser maravilhosa. Mergulhando a fundo no submundo das favelas que margeiam a Avenida Brasil, o filme mostra o crime, o vício, as perversões, a polícia, os bandidos e a multidão de deserdados - uma enorme população lutando pela vida - e tendo que conviver com o medo, as ameaças constantes e a morte

20h – Debate “Cinema Seco, terreno árido”
local: Caixa Cultural – sala 2
A beleza da paisagem desértica e sua relação com o ser humano sugerem infindáveis reflexões, assim como pretende esta mostra, cujo conceito abrangente dialoga com a rispidez da vida, o meio ambiente e com o cinema nacional. Para tratar sobre os temas os convidados Hernani Heffner, crítico de cinema; Ronie Lima, escritor e jornalista e o cineasta Otávio Bezerra, mediados por Sérgio Oliveira e Petrônio Lorena para interagir com o público numa conversa espontânea.


23/11 Sexta
18h – Sessão: DURMA COM ESSA BRONCA!!
Homens pequenos no ocaso projetam grandes sombras
(13min, cor, ficção, 2005, 16mm, RJ)
Direção: Tim Gerlach
Em uma sociedade corrompida, dominada pela indústria armamentista, homens poderosos fazem acordos perigosos, definindo o destino de muitos. Homens pequenos esmagados pelas próprias sombras. "And wath about the International Communit? Fuck them!!

Baixio das Bestas(80 minutos , cor, ficção, 2007, Super 35mm, PE)
Direção: Cláudio Assis
Com Mariah Teixeira, Fernando Teixeira, Dirá Paes, Marcélia Cartaxo, Conceição Camarotti, Hermila Guedes, Mateus Nachtergaele, Caio Blat
O Baixio das Bestas é o lugar símbolo das confluências humanas. Uma pequena comunidade dentro de uma cultura secular, paralisada em sua moral e autoridade: a decadente cultura latifundiária. Nesse cenário encontra-se Auxiliadora, uma menina de 13 anos explorada pelo avô, Seu Heitor, um falso moralista. Cícero, um jovem de berço nobre, assiste ao drama de Auxiliadora e cria por ela uma paixão insustentável.

20 h – Sessão: SECO AMOR
Euclydes e Anna (12 min, cor, ficção, 2002, miniDv, SP)
Direção: Camila Mota e Fernando Coimbra
Cem anos após a publicação de “Os Sertões”, um casal refaz a viagem do autor, passando por Salvador, Canudos e Monte Santo, e acabam ficando possuídos pelo “demônio” de Euclydes e sua mulher, Anna.

Sobre o amor em tempos difíceis (63min, 2004, cor, ficção, miniDv, MG)
Direção: Dellani Lima
Com Rodrigo Lacerda e Letícia Castilho
A influência do capitalismo nas relações afetivas atuais. Uma mulher descobre num pesadelo que não fez as compras do mês durante um acidente nuclear. Um agitador cultural, desaparecido, revela suas amarguras. Um publicitário de vida patética e as imagens de sua infância. Retrato ácido de um novo romantismo no amor de hoje.

24/11 – Sábado
18h – Sessão: JET BLACK OU MULUNGU
O ancestral é aqui (13 minutos, cor, doc, 2005, MiniDv, RJ)
Direção:Mário Silva
Na sua aparente simplicidade, estruturado como um hai kai, o filme toca nas questões de identidade, ancestralidade e formação cultural, e
concomitantemente mostra a transformação de um pedaço de madeira em  um objeto sagrado.

A Grande Feira (90 minutos, Pb, ficção, 1961, 35mm, BA)
Direção: Roberto Pires
Feirantes de Água dos Meninos, em Salvador, são ameaçados de despejo por uma empresa imobiliária. Os moradores dessa feira permanente procuram lutar para conservar o terreno. Por intermédio dessa história sucinta se entrelaçam uma série de tramas: as transformações no comportamento feminino na capital baiana, a demagogia eleitoral, a política petrolífera, o racismo, a idéia de revolução e o imperialismo.

20h – Sessão: OUTROS SERTÕES
Cabaceiras (35mm, cor, doc, 2007, 16min, PB)
Direção: Ana Bárbara Ramos
De posse de um serrote, 4 cabaceirenses põem fim às falsas certezas sobre o nordeste brasileiro

Árido Movie ( 115 minutos, cor, ficção, 2006, 35mm, RJ/PE)
Direção: Lírio Ferreira
Com Giulia Gam, Guilherme Weber, José Dumont, Selton Melo, Aramis Trindade e Mateus Nachtergaele
Jonas é um repórter do tempo que retorna à sua cidade natal no sertão nordestino por conta do assassinato de seu pai. Pelo caminho encontra amigos, uma documentarista e um sertão contraditório, que busca se adaptar às mudanças do progresso mas sem solucionar seus problemas básicos como a falta dágua.

25/11 – Domingo
18h - Sessão: FUTURAMA
Transposição – Águas de Satã (13min, 2006, cor, MiniDv, PE)
Direção: Telephone Colorido
Acordo de guilhotina com cabeça não se faz: comunidades ribeirinhas revoltadas com o nefasto projeto governamental de transposição do Rio São Francisco em detrimento da qualidade de vida de camponeses, indígenas e ex-quilombolas

UAKÁ (118min, 1988, cor, doc, DF, RJ, 35mm)
Direção: Paula Gaetan
UAKA significa céu em Kamauiará. O filme mostra a homenagem que os índios Kamauirá fazem aos mortos. Numa linguagem documental seca e poética o filme apresenta a celebração da vida pelos Kamaiurá e as proximidades do poder de concreto.

20h Sessão: GIRADOURO
Trecho ( 16min, 2006, cor, doc, 35mm, MG)
Direção: Clarissa Campolina e Helvécio Marins Jr.
O filme acompanha a caminhada de Libério, de Belo Horizonte a Recife. Um diário imagético e sonoro remonta uma viagem realizada há 8 anos. As lembranças e os questionamentos do personagem se transformam com o passar do tempo, da paisagem e pela própria experiência do filme.

São Paulo S / A (111 minutos, 1965, Pb, ficção, 35mm, SP)
Direção: Luís Sergio Person
com Walmor Chagas, Eva Wilma, Otelo Zeloni, Darlene Glória, Ana Esmeralda
A larga Avenida que corta ao meio a periferia do Rio de Janeiro projeta-se, com seus gritantes contrastes, como microcosmo do próprio Brasil. Com sua intensa pulsação, é alma penada e danada de uma cidade que deixou de ser maravilhosa. Mergulhando a fundo no submundo das favelas que margeiam a Avenida Brasil, o filme mostra o crime, o vício, as perversões, a polícia, os bandidos e a multidão de deserdados - uma enorme população lutando pela vida - e tendo que conviver com o medo, as ameaças constantes e a morte.

Mais em www.cinemaseco.com

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