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FEST CINEAMAZÔNIA recebe filmes ambientais

Por Guilherme Whitaker em 24/06/2009 16:08


O evento é tradicional e acontece de 9 a 14 de novembro, em Porto Velho (RO). O projeto está inserido e consolidado no circuito de festivais brasileiros. Podem ser inscritas produções de 1 a 26 minutos. O regulamento e ficha de inscrição estão disponíveis no site www.cineamazonia.com.

Durante o festival acontecem oficinas técnicas de qualificação profissional e debates com produtores e diretores de filmes e vídeo. Uma forma de estimular a criação e aperfeiçoar o talento regional. A mostra competitiva é com igualdade de bitolas entre vídeo e cinema.

O festival é projetado em diferentes ambientes, buscando a conquista de público para o cinema brasileiro. Para atingir esse objetivo é realizado o Cinema no Circo, Cinema no Terreiro, A Escola vai ao Cinema, e Mostra Direitos Humanos.

O Fest Cineamazônia abre espaço para a animação, documentário, ficção e experimental, com produções sobre as mais variadas abordagens sobre o meio ambiente urbano e rural.

Histórico
O Fest Cineamazônia surgiu em 2003 no estado de Rondônia, como um desafio de fazer um festival de cinema no meio da Amazônia brasileira. “O projeto ganhou dimensão e credibilidade, tendo surgido já com proporção nacional”, destaca Jurandir Costa, um dos organizadores.

Em sua trajetória, o festival já homenageou ícones do cinema e meio ambiente brasileiro como: Nelson Pereira dos Santos, Marina Silva, Zelito Viana, Othon Bastos, Antônio Pitanga, Franz Krajcberg, Thiago de Melo, Adrian Cowell, Dira Paes, Marcos Palmeira, Lucélia Santos, Geraldo Sarno, Chica Xavier, Antônio Pompeo, Paula Saldanha, Roberto Werneck e outros.

Integração
Além do festival, o Fest Cineamazônia realiza a mostra itinerante que anualmente percorre em média 30 mil quilômetros, levando cinema e vídeo para populações sem acesso a salas de projeções. Outro objetivo é a integração latinoamericana através da arte. A mostra é levada para o interior de Rondônia, capitais brasileiras, Bolívia, Peru, Colômbia e Portugal. Para chegar às mais distantes comunidades, a caravana percorre caminhos quase intransitáveis, enfrentando as adversidades da Amazônia.


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