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Filé de Peixe no centro do Rio

Por Guilherme Whitaker em 07/06/2010 08:24


2815 vídeos comercializados

14 mostras de videoarte (SESSÃO PIRATA)

36 horas de projeção

389 vídeos exibidos

1016 dvds distribuídos gratuitamente

 

Nesta próxima sexta-feira, dia 11/06, a partir das 16h, o coletivo Filé de Peixe realizará no Camelódromo da Uruguaiana, no centro do Rio de Janeiro, a performance PIRATÃO: 1 ANO!!, comemorando o primeiro aniversário do projeto que investiga e simula a economia informal e pirata como situação para inserção, visibilidade, acesso e circulação a trabalhos de videoarte.
Os números acima são alguns dos primeiros resultados da ação que já percorreu 5 estados em 4 regiões do país, e estão disponíveis em nossa nova página que acaba de entrar no ar: www.coletivofiledepeixe.com, onde é possível consultar toda contabilidade e demais informações sobre o projeto, além da relação dos autores mais vendidos, o conteúdo de vídeos de cada mostra, o quanto foi arrecadado e gasto em cada edição, fotos, vídeos, etc.

Após a performance, SESSÃO PIRATA #15: HAPPY PIRATE TO YOU

Não perca! Nesta sexta-feira, mais de 600 videos e filmes de artista!
Assista em www.youtube.com/coletivofiledepeixe

“PIRATÃO: 1 é R$ 5, 3 é R$ 10!!”

Maiores informações no flyer.
Abs!
alex topini
www.coletivofiledepeixe.com

PIRATÃO: 1 ANO
11/junho - 16h
Rua Uruguaiana/esquina com R. Buenos Aires
Ao lado do Camelódromo
Centro - Rio de Janeiro - RJ
 

PIRATÃO é uma prática artística que investiga e simula a economia informal e pirata como situação para inserção, visibilidade, acesso e circulação a trabalhos de videoarte.

Em um ano, foram realizadas 8 edições do projeto, que percorreu 5 estados, em 4 regiões brasileiras, comercializando mais de 2800 vídeos.
(Veja os números do projeto como a relação de autores e dvds mais vendidos em CONTABILIDADE.)

A ação desdobra-se a partir da comercialização de um objeto do coletivo Filé de Peixe denominado ENCARTADO.

Francamente inspirados nos dvds piratas comercializados informalmente, os ENCARTADOS consistem numa mídia dvd + encarte + carimbo manual + vídeos apropriados.

Os ENCARTADOS reproduzem infinitamente os vídeos do acervo do coletivo Filé de Peixe, mantendo-se, contudo, únicos enquanto objetos, já que são manualmente carimbados, com número de série que não se repete, portando marcas e intervenções do processo caseiro e não industrial de produção.

Os ENCARTADOS são objetos performáticos, elementos constitutivos da ação, comercializados somente no momento do PIRATÃO, aos moldes e preços praticados pelos camelôs: “1 é 5(reais), 3 é 10(reais)”.

No local da ação há um televisão e um aparelho de DVD para que os vídeos comprados sejam testados, assim, “comprou: testou, testou: exibiu!”

Ao término de cada ação, é realizada a SESSÃO PIRATA: uma seleção variada de videoartes, com uma hora de duração, sem divulgar previamente o seu conteúdo, sem pedir autorização aos autores, nem sequer informá-los. As pessoas ficam sabendo apenas onde e quando, e comparecem para uma sessão surpresa. O conteúdo de cada SESSÃO PIRATA é divulgado posteriormente, no site do coletivo Filé de Peixe.

A ação percorreu 5 estados, em 4 regiões do país, sendo realizada no Rio de Janeiro (Viradão Carioca 2009, Parágrafo Zero no Museu da Maré, Arte 24h no Cais do Porto e no Abre Alas 2010 da Galeria A Gentil Carioca), em Porto Alegre na Desvenda – Feira de Arte Contemporânea, em Recife no SPA das Artes 2009, em Belém, Programa Rede Nacional Funarte Artes Visuais e em São Paulo na exposição Jogos de Guerra, no Memorial da America Latina.

Ao se deslocar, PIRATÃO difunde/exibe por outros lugares o acervo de vídeos aglutinado no local de origem do coletivo, na mesma medida em que gera condições para que novos trabalhos de artistas locais sejam incorporados ao projeto, difundindo-se em seqüência, num movimento polinizador que opera constantemente aglutinação – deslocamento – difusão.

Com isso, PIRATÃO ativa redes de troca em torno da produção audivisual voltada para o campo das artes plásticas, evidenciando a novíssima e vasta produção no campo da videoarte, facilitando o acesso/contato com trabalhos clássicos, propiciando um ponto aglutinação e difusão desse trabalhos a partir de um modelo que faz referência ao comércio popular, informal e pirata.


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