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Por Guilherme Whitaker em 19/10/2009 15:27


De um lado, centenas de produtoras profissionais e produtores independentes de curtas-metragens nacionais, cada vez mais produtivos; um amplo, ativo, representativo e consolidado circuito nacional de festivais de cinema; órgãos de políticas públicas atuantes (de definição, execução e fiscalização); centenas de potenciais exibidores (instituições promotoras culturais, grandes empresas de qualquer indústria, operadoras de celular, TVs públicas, abertas e pagas, associações de classe) começando a se interessar em experimentar a oferta da produção nacional de curtas a seus respectivos públicos; e o público, respondendo com cada vez maior interesse em conhecer essa produção.

Tudo isso num ambiente tecnológico de favorecimento da produção audiovisual, com o formato digital, e de facilitação da circulação e exibição, com a expansão do acesso à rede por banda larga.

E um ambiente regulatório dotado de política renovada para o audiovisual, que busca caminhos para fortalecer a produção e circulação de produtos culturais nacionais e estimular o desenvolvimento da economia da cultura, com empreendimentos autosustentáveis que sobrevivam e prosperem sem depender de investimento público.

Um cenário que, no que tem de específico em relação ao curta, vem ganhando contornos claros nos últimos 10 anos.

De outro lado, universidades brasileiras com produção científica cada vez mais relevante e volumosa; pesquisadores brasileiros de todas as áreas da ciência, cada vez mais capacitados e inseridos na vanguarda da produção científica mundial; sinergia de diversos órgãos de políticas públicas para ciência, tecnologia e inovação (de definição, execução, fomento e fiscalização); redes acadêmicas de países nas Américas Latina e do Norte, Europa e outros continentes; empresas privadas da indústria de tecnologia.

Um outro ambiente, que vem sendo construído, no Brasil, há exatos 20 anos.

Em meio a tudo isso, um brasileiro natural com ascendência italiana, carioca, jornalista por formação, mas com experiência acumulada mais em comunicação corporativa. Sócio-fundador, em 2005, da única distribuidora especializada em curtas-metragens nacionais, a Curta o Curta; e associado fundador (trabalhando lá desde 1995) da Associação Rede Nacional de Ensino e Pesquisa – RNP, organização social que cuida da rede acadêmica brasileira, a rede Ipê.

E, aqui, a princípio, um espaço para registro, reflexão e informação. Uma tentativa de abordagem com foco no quê de público ambas as atividades tocam, implicam, representam, favorecem. E, por que não, um espaço para contribuições, questões, discussões a quem estiver envolvido nas áreas e interessado em acompanhá-las.

Dois universos, muitas vezes, totalmente distintos. Outras tantas, tão próximos. Mas, cada um, de grande relevância para o desenvolvimento do país, das instituições, dos cidadãos. Meus depoimentos poderão atestar esse último caso. Mas, mais relevante para outras pessoas, meus relatos irão compartilhar os acertos e impactos positivos, em diversos níveis de nossa sociedade.


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