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Saiba os filmes PREMIADOS na Mostra do Filme Livre 2005

Por Guilherme Whitaker em 27/02/2005 23:28



Premiação da Mostra do Filme Livre 2005


A    IV   Mostra do Filme Livre premiou, através de seu júri oficial, os seguintes filmes:
(em breve mais textos e fotos do evento)




os diretores do filme ´Um ano e um dia`, vencedores do Prêmio Cara Liberdade

Prêmio Filme Livre
Concorreram filmes com mais de 30 minutos de duração.

O vencedor foi o longa-metragem

KORDA, de Marcos Andrade, pela impecável plasticidade e originalidade na linguagem.
Leia aqui o texto publicado no catálogo da MFL sobre este filme.

A MFL também concedeu uma Menção Honrosa ao filme Operação Cavalo de Tróia, de Axel Weisz, Laura Faerman e Thiago Villas Boas, pela perpetuação do espírito guerreiro.

Prêmio Curta Livre
O Prêmio Curta Livre é para filmes de até 29 minutos.
O premiado em 2005 foi o curta O ASTISTA CONTRA O CABA DO MAL, de Alder Gomes, pela naturalidade, fluidez e comunicabilidade com as quais o filme conta sua história. 


Foto do Filme ´O astista contra o caba do mal`, vencedor do Prêmio Curta Livre

Também mereceram destaque, com uma Menção Honrosa, os curtas SARAVÁ, de Beto valente e Dado Amaral e OS PAULISTAS INVADEM , de João Karoauk, Regis Maximillian e Ricardo Nimtz. O primeiro pelo espírito libertário da obra e o segundo pelo espírito anarquista, demolidor e saudável do filme.

Prêmio Século XX
 
O Prêmio Século XX é único no Brasil e foi criado para valorizar produções feitas no século passado, filmes que por certos motivos , do político ao tecnológico, não foram muito exibidos em suas épocas e que através da mostra livre tem uma nova chance de serem vistos e até premiados. 
Sendo assim, o prêmio Século XX da Mostra do Filme Livre 2005 foi  para o filme 

PIGGY BANK, de Joel Pizzini.  Uma alegoria surrealista ao sistema bancário brasileiro, um filme que apesar de completar uma década continua atual.

A Mostra também concedeu uma menção honrosa ao filme Penitência, de Joel de Almeida, um documentário sem entrevistas e sem narração que retrata um aspecto medieval praticado pela igreja católica no Brasil de hoje.


Prêmio Oficinando
O Prêmio Oficinando também é único no Brasil e tem tudo a ver com a Mostra Livre já que desde a primeira edição realizamos oficinas de livre realização. Desde 2002 já produzimos 15 curtas, alguns premiados em festivais nacionais, outros exibidos em tvs e na Internet. A graça do prêmio está em valorizar filmes feitos através destes tipos de iniciativas, filmes que até poucos anos atrás não eram possíveis de serem feitos e que hoje, através de oficinas de realização, são possíveis em várias cidades brasileiras, facilitando o acesso audiovisual a pessoas que dificilmente teriam condições de praticar a realização de filmes coletivamente.

Em 2005 o Júri da Mostra do Filme Livre definiu como Melhor filme de oficina o curta NGUNÉ ELU – o dia em que a lua menstruou, de Takumã e Marika Kuikuro, do projeto Vídeo nas Aldeias.


Prêmio Rio Livre
O prêmio RIO LIVRE é para filmes realizados no Estado do Rio, independente da duração e do formato. 

O vencedor em 2005 foi o curta RISCO, de Bernardo Gebara, pela originalidade e simplicidade no tratamento de uma temática tão difícil.


Prêmio Cara Liberdade
O prêmio CARA LIBERDADE também é original da Mostra do Filme Livre. Nenhum outro evento no Brasil oferece prêmios exclusivos a filmes feitos sem o apoio do Estado. É mais uma forma que a Mostra Livre encontrou de diferenciar e valorizar a filmes feitos muitas vezes na raça por pessoas que não esperam a ajuda do estado para suas realizações, antes disso, fazem filmes e, aqui, ganham prêmios.

O destaque da MFL e vencedor de tal prêmio foi o filme: 

UM ANO E UM DIA, de Antônio Amaral, João Xavier e Rafael da Costa, pela relevância social e também política de um tema tão comum hoje em dia, a vida de pessoas sem um lugar para viver e das possibilidades de reverter esta situação de forma coletiva.

A MFL  também ofereceu Menção Honrosa aos filmes ENGENHO PRADO, do Acampamento Chico Mendes 2, Telephone Colorido, Centro Josué de Castro e CPT, pela importância da denúncia iminente e omitida pelos grandes meios de comunicação.

E ao filme ATENTADO, de Fernando Huck Eduardo Srur, um filme que por sí só é um ato político.

Confira aqui a relação dos prêmios de cada categoria.

Ainda esta semana os números finais da mostra, fotos do Cortejo Livre, das sessões e muito mais.


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