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VI FESTIVAL BRASILEIRO DE CINEMA UNIVERSITÁRIO

Por Guilherme Whitaker em 10/04/2001 11:42


VI FESTIVAL BRASILEIRO DE CINEMA UNIVERSITÁRIO


Estão abertas as inscrições do maior evento de cinema universitário do Brasil.
A Universidade Federal Fluminense e o Departamento de Cinema apresentam os melhores filmes e vídeos produzidos por estudantes brasileiros e estrangeiros.
Até o dia 20 de abril o Festival recebe inscrições de filmes.Como de costume não haverá seleção, desta forma todas as obras enviadas deverão participar do Festival.

Eduardo Valente, um dos responsáveis pelo evento, explica melhor algumas importantes questões:

Aonde será o Festival?

O Festival estará acontecendo este ano em sede dupla. Como muitos já sabem, o CCBB resolveu investir no projeto sim, e estará sediando o Festival também. Mas, ao contrário do que muitos pensem, nem por isso ele saiu de Niterói. O Festival acontecerá simultaneamente, com a mesmíssima programação, no CCBB e no Centro de Artes da UFF, ou seja, no Cine Arte e também no Teatro da UFF, mais adequado à projeção de 16mm e vídeo. Vale lembrar que em anos anteriores o Festival já realizava sessões no Rio, no Estação e na Estácio, e que se nos últimos 3 anos ele não aconteceu na UFF mas no Estação Icaraí, nunca foi por opção da produção, mas por problemas da universidade (greve, chefia do DDC, etc).

Niterói será então um apêndice do Festival?

Besteira. Como os últimos anos mostraram, o Festival já mal cabia numa sala de 170 lugares como o Estação Icaraí, quanto mais na sala de 110 lugares do CCBB. O CCBB tão somente ampliará o público do Festival, pois como já havia sido visto em anos anteriores, existe um público do Rio que não vai a Niterói para as sessões. Além disso, é lógico que o CCBB empresta ao Festival maior respaldo institucional, de mídia e financeiro. No entanto, até pelos horários mais cedo do CCBB, a sessão final de cada noite continuará em Niterói, os convidados ficarão hospedados ou alojados em Niterói, e todo o "extra-Festival", ou seja, noitadas e afins, continuarão em Niterói. Da mesma forma, as sessões serão num horário que privilegiem ambas as salas, num esquema que já está sendo montado pela equipe do Festival e que será divulgado nos meses a seguir.

O Festival muda de alguma forma o seu formato?

Não, as mostras continuam praticamente as mesmas. Teremos a mostra competitiva de curtas em 16 ou 35mm, cuja ficha de inscrição já se encontra no site http://web.archive.org/web/20040329073021/http://www.festivaluniversitario.cjb.net/, e que exibe TODA a produção brasileira realizada por universitários. Os alunos da UFF devem mandar suas fichas ou entrar em contato com cristianborges@hotmail.com para informações sobre esta mostra.

Além disso, teremos a mostra informativa de vídeos que, como em todos os anos, apresentará um programa do IACS-UFF.
As inscrições ou contatos dos que tenham obras em vídeo, deve ser feitas com o Guilherme Tristão, no email guilh@cruiser.com.br.

Fora isso, teremos a mostra internacional de universitários, a cargo de Eduardo Cerveira (cerveira@ism.com.br), a mostra homenagem com o Aleques Eiterer (alequeseiterer@zipmail.com.br), além de outras surpresas, homenagens, seminários, debates, que serão divulgados mais para a frente.

O Festival continua sendo um evento da UFF?

O Festival está entrando como uma co-produção da UFF, por conta do convênio do CCBB. Mas, além da cessão do Centro de Artes, e do LIA como central de produção, a UFF não estará investindo verbas no Festival deste ano. A bem da verdade, como todos sabem, o Festival não é um evento oficial da Universidade, nem muito menos do Departamento de Cinema e Vídeo, que sempre apoiaram o evento, mas cuja gênese foi um grupo de alunos do curso, e em todos os anos foram os alunos que estiveram à frente. Após 5 anos de evolução e resultados cada vez mais impressionantes, o Festival tornou-se um evento fixo no alendário nacional, membro fundador do Fórum dos Festivais, órgão que une os maiores festivais do país. Isso por conta do trabalho contínuo de um grupo específico de alunos que se manteve sempre à frente dele nos últimos anos, recebendo adesões a cada ano dos alunos de períodos mais novos que se interessassem. Este mesmo grupo de alunos inscreveu o Festival no CCBB para conseguir patrocínio, que certamente só saiu porque havia já um conjunto de realizações (cuja marca física eram os catálogos das edições anteriores) que dava ao CCBB a segurança de entregar 10 dias de sua programação na mão deste grupo de pessoas. Este grupo que, na prática, é formado por 7 pessoas que estiveram trabalhando constantemente no Festival nas últimas edições (Aleques Eiterer, Cristian Borges, Eduardo Cerveira, Eduardo Valente, Gulherme Tristão, Flavia Candida, Roberta Sauerbronn), estará mais uma vez produzindo esta edição.


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